Naves Espaciais

As Naves Espaciais existem e não são objetos voadores não identificados. São naves extraterrestres de origem extraplanetária. Os extraterrestres chamam os “discos voadores” de Gravitélides. Elas são criadas de acordo com os cérebros de seus comandantes, pela ciência extraterrestre. Elas não são simplesmente fabricadas, por isso são chamadas “Gravitélides”. Superam qualquer lei gravitacional e “télides” porque estão adaptadas ao seu comandante, como se fossem uma cópia real do seu próprio cérebro, da sua inteligência, dos seus conhecimentos, dos seus arquivos de cientista.

Um dos tipos de naves que saem de uma maior são chamadas “Mecanisóteles”. “Mecani” significa mecanismos científicos ou o mecânico, a matéria. A palavra “sóteles” significa: telecomandadas cientificamente por seus comandantes. São usadas em muitos tipos de operações extraterrestres, por uma das consciências paralelas de seu comandante. Em outras operações, são usadas por outros tipos de seres que não estão dentro da sistemática humanística ou “hômeles”. São seres criados, inteligentes, que podem atuar nestas segundas naves, mas só podem fazê-lo mediante uma ordem de seus comandantes e, dentro da ordem, não poderiam ultrapassar os limites inteligentes que possuem, desde a inteligência que as dirige como comandante. Estas segundas naves, em muitas operações, também são dirigidas por mecanismos. Estes mecanismos são como robôs, criados para determinados fins. Elas podem ainda ser teleguiadas sem nenhum tipo de tripulante.

Existem ainda, as projeções das Naves Espaciais à longa distância, podendo chegar a acontecer a materialização dessas projeções nos espaços. Nesses casos, não há a necessidade dessas naves estarem presentes fisicamente. Ocorre a multiplicação dessas materializações nas diferentes operações extraterrestres. Elas podem atuar no nosso espaço, em vários lugares ao mesmo tempo, nos espaços paralelos, por multiplicação e materialização, de acordo com a vibração de cada espaço. Isto pode ser feito, mas para essas materializações provisórias, torna-se necessária a ciência e o conhecimento sobre todos os tipos de energias espaciais (A.D.I.). Em outros casos, o comandante pode entrar em contato com alguém através de uma das esferas da nave. A essas esferas damos o nome de “gúminos”. Outros tipos de esferóides são utilizados em operações espaciais para vários fins.

Há vários tipos de contatos, deles para nós, que podem se fazer por presença física integral. Há outros que se fazem através da projeção e materialização da nave e dos seus tripulantes (espacitômeles). Há, ainda, os contatos telepáticos e espirituais.

As Naves podem levar para dentro delas, através dos seus potentes canais de energias, seres humanos ou objetos. Se, por uma Nave Espacial, for isolado o campo gravitacional da Terra, e utilizarem por dentro de círculos feitos em canais, determinados tipos de energias neutras, os objetos podem levitar e serem puxados para dentro delas. As naves menores não são capazes de realizar esses tipos de operações; apenas as Naves Maiores tem essas capacidades.

Conforme temos explicado, o nosso Irmão Raul, durante toda sua vida, teve contatos de diversos níveis: físico, mental, espiritual e em algumas ocasiões chegou a entrar pessoalmente em naves e teve, assim, diversas experiências. Feitas essas observações, é que passamos todas essas informações com detalhes para todos. Repetimos, as informações podem ser passadas também telepaticamente e em saídas do corpo consciente.

Em um determinado compartimento de uma Nave Comando, chamada Kris-Won-I-Helctro-Yns, há uma sala arredondada e luminosa. Este compartimento, através de um núcleo de energia solar, pode se transformar, devido aos seus movimentos giratórios, em forma esférica e luminosa. Através dos movimentos desta esfera, que pode girar a velocidades incalculáveis, os seres humanos ou objetos podem ser transportados por um canal interior da nave para uma das suas portas de saída. Forma-se, em seguida, um outro canal exterior que pode se alongar a grandes distâncias. Este canal isola no espaço tudo o que esteja interior a ele. Transporta o que quer que seja, ultrapassando os limites do tempo. Eles agem de tal forma que, em uma velocidade menor, pode se notar que são espirais de muitas cores brilhantes. Enquanto muitas espirais agem em sentido de transporte, isto é, do seu núcleo interior de dentro da nave para o espaço exterior, outras espirais trabalham em sentido contrário. Podem trazer para dentro da nave, objetos de qualquer dimensão. Estes objetos podem ser reduzidos e transportados para os compartimentos da nave e colocados onde se queira.

Os compartimentos ou salas destas naves espaciais podem ser transformados pelos seus comandantes. Podem ser aumentados nas suas dimensões, enquanto que as formas ou objetos materiais podem ser diminuídos. Supondo-se essa redução de dimensões no caso de um ser humano, ele não perde a sua forma para ele mesmo, sente-se do mesmo tamanho que é, e se vê em um compartimento que não consegue entender. Tendo como referência o tamanho de uma nave espacial pelo lado de fora, não consegue compreender o que é possível conter no seu interior.

Além destas operações, há outros canais destas naves que funcionam por fios eletromagnéticos em vários sentidos, e através de telas oculares. Podem ver e analisar à longa distância, ao mesmo tempo por todos os lados, por dentro e por fora. Podem mostrar algo distante como se estivesse à frente dos nossos olhos. Para estas telas oculares, não existem barreiras, podem mostrar até o que está por trás de uma montanha ou de um grão de areia. São olhos reais, mais do que reais. Os comandantes dessas Naves Maiores são dotados de todos esses conhecimentos.

As Naves Espaciais são muito superiores a qualquer veículo terrestre. Elas, além de inúmeros outros movimentos, podem parar no espaço. Dominam completamente a gravidade, pois não estão subordinadas a sistemas gravitacionais planetários, pois usam o espaço em forma de potência energética, que circula os contornos do veículo espacial. Podem, inclusive, abrir um espaço dentro do outro e fazer o uso de dois espaços diferentes ao mesmo tempo. As naves são luminosas, cheias de luz; essas carruagens de fogo, que iluminam os céus, atravessam as dimensões, usando os canais espaciais, percorrem grandes distâncias em pouco tempo, usando os espaços paralelos. Um determinado local pode estar distante através do nosso espaço-tempo, mas através de outro espaço paralelo, é como se estivesse muito perto.

As Naves Espaciais (Gravitélides) funcionam e são impulsionadas sistematicamente por um Núcleo de Energia Solar Concentrada e vários núcleos paralelos, produzindo grande força magnética, que pode ultrapassar os tempos dentro dos muitos tempos existentes, onde existem os mundos, os espaços paralelos e os Universos Paralelos. Elas podem transpassar todos os espaços, pois possuem toda a sabedoria para isso. Não destroem, ajudam a criar e ampliar os espaços paralelos e céus existentes, podem chegar em todos os planetas habitados.
Para nós, os seus comandantes são chamados Espacitômeles, o que significa homens espaciais, do espaço. Eles conhecem os espaços paralelos e mapas estelares. No interior da nave também existem espaços paralelos. Por exemplo, num mesmo compartimento podem existir outros paralelos. Assim, os espacitômeles sabem como se transformar para acessar um espaço paralelo dentro da nave.

No caso de naves muito potentes aproximarem-se de mundos habitados, há a necessidade de troca de nave e mudança de matéria, até para se evitar atritos com a atmosfera daquele mundo. Uma das incríveis obras extraterrestres consiste em ampliar o astral da Terra, para que naves mais possantes possam chegar até aqui. Nesse sentido, existem bases extraterrestres montadas nas proximidades desses mundos habitados para que se possam realizar as mudanças necessárias.

Como exemplo, em espaços superiores paralelos ao nosso espaço-tempo terrestre, existem dois imensos satélites, que são também centros espaciais que recebem essas naves maiores. Trata-se de mundos criados pelos extraterrestres, cujos nomes são Akiun e Ragel.

Existe um espaço-tempo contínuo e os espaços paralelos, suas dobras e divisórias. Os extraterrestres desta Ordem Maior sabem utilizar os meios adequados.
Em algumas operações, as naves espaciais podem também atravessar ao meio uma montanha e aparecer do outro lado normalmente. Quando isso acontece, há duas hipóteses iniciais: ou a nave está se utilizando de um determinado espaço paralelo; ou se trata da transmissão de uma das suas imagens, quer dizer, uma projeção ou materialização da espaçonave. Assim também, elas podem entrar para dentro do mar e desaparecer sem projetar nas águas nenhum movimento de impacto.


Há outros tipos de operações que podem, como exemplo, cortar, moldar, com perfeição, uma enorme pedra e transportá-la de um local para outro. Isto pode ser feito à distância, sem os tripulantes da nave terem o trabalho com as próprias mãos, ou terem de se utilizar de máquinas ou ferramentas.


Existem inúmeras Naves Espaciais e de diversos tipos (formatos). Existe uma Nave Comando Ultradimensional, de cor prateada, chamada: Kris-Won-I-Helctro-Yns. Esta nave que tem este nome extraterrestre, é feita e moldada ao cérebro do seu comandante. É na sua origem ou primeira etapa, impulsionada, só podemos dizer, por um Núcleo de Energia Solar Concentrada. Existem outros núcleos de energia solar dentro dela, mas destes núcleos, o ser humano não entenderia os seus tipos de funcionamentos.


Esta nave, Kris-Won-I-Helctro-Yns, pelo que ela pode realizar e pelo que ela é em si, é chamada Condor de Prata-I ou Águia Prateada-I. Existe ainda uma nave menor com este mesmo nome, e elas se identificam pelo seguinte código, transferido para a nossa linguagem: os Olhos do Condor. As naves menores são quase uma repetição desta Nave Comando. Essa Nave Maior comanda 21 naves menores principais que atuam interligadas nas operações extraterrestres.
O nome desta nave, como dissemos, é Kris-Won-I-Helctro-Yns. Kris-Won-I é o nome da nave e do seu comandante, pois é moldada ao seu cérebro. Helctro-Yns significa que eles estão interligados a outros, por uma ordem hierárquica e por uma ordem individual. Isto tudo significa: ação interligada, mas cada um cumprindo a sua parte, no sentido de precisão e por auto-consciência = Vontade Determinada.


Esta Nave também é chamada Nave HECTRA, Nave Estrela, Nave Alfa. Por ela passam todas as decisões que devem ser tomadas diante dos olhos do Principal Diretor do nosso mundo. É o centro maior de todo o Conselho Intergaláctico e Ultradimensional. Dentro dela, existe o conhecimento dos vinte e cinco universos paralelos.


Em um compartimento dessa Nave Comando se encontra uma nave menor com o nome Águia Dourada-I. Isso porque o seu núcleo de energia solar concentrada de primeiro impulso é de cor dourada. São energias eletromagnéticas de alta potência do Sistema de Ômega. O código que diferencia essa nave menor é P-2. Esta nave também possui um núcleo de energia chamado Alfa, de cor prateada. Possui, ainda, um núcleo de energia solar crisostelar.


“Esteja atento, duas Naves Espaciais estão em operações interligadas: Condor de Prata-I e Águia Dourada-I.”

No nascimento de Jesus, uma Nave Espacial indicou o caminho aos três reis magos até o Cristo. Era a “Estrela de Belém”.
As Gravitélides têm conhecimento de todos os mapas estelares existentes e dos muitos universos paralelos em diferentes espaços-tempos.
Dentro dessas Naves, existem vários painéis que são acionados e respondem aos pensamentos e estímulos mentais dos seus tripulantes e comandantes. Existem também capacetes que possuem, por dentro, sete tipos de aparelhos mais ou menos salientes e flexíveis, que se amoldam a cabeça. Uma das finalidades desses capacetes é a de traduzir diferentes línguas espaciais para a linguagem dos seus tripulantes. As poltronas das naves se amoldam ao corpo, deixando seus comandantes em uma posição confortável. Os comandantes dessas naves (espacitômeles) vestem-se com roupas, uma espécie de macacão espacial, que, igualmente, se amolda ao corpo físico. Geralmente, os extraterrestres mudam essas vestes dependendo das missões que vão realizar.


As cores dessas roupas são moldadas e adaptadas aos núcleos energéticos do corpo astral dos comandantes das naves. Podem ir, por exemplo, de um tipo prateado quase fosco, sem muito brilho, até um prateado intenso e ofuscante aos olhos humanos. Suas tonalidades dependem não só do espaço onde estão os espacitômeles, mas do que estão operando.


Assim como usam um tipo de macacão espacial, calçam botas que podem chegar a diferentes cores como, por exemplo, preto, marron, etc. Partes das suas botas se desmontam. Por dentro destas partes existem as aparelhagens minúsculas, desde o salto que é de encaixe até o solado. Por dentro, estão os aparelhos; por fora, são matérias que não se desgastam. São flexíveis e isolantes de anti-energias. A sola toda dessas botas também podem ser de tipos de imãs. Isto só se necessário e acontece através de aparelhagens adaptadas. As suas roupas são flexíveis e moldadas, por onde também uma série de minúsculos aparelhos estão por toda ela e nos lugares adequados.

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